Comparativo de Firewalls
Vejam um importante estudo comparativo de firewalls: http://www.matousec.com/projects/windows-personal-firewall-analysis/leak-tests-results.php
Este blog é dedicado a divulgar as melhores práticas para segurança da informação e governança de TI.
Vejam um importante estudo comparativo de firewalls: http://www.matousec.com/projects/windows-personal-firewall-analysis/leak-tests-results.php
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Aureo Monteiro Tavares da Silva
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Conheçam "The Alliance for Enterprise Security Risk Management (AESRM)" - http://www.aesrm.org
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Excelente documento sobre metodologias para gerenciamento de riscos. Acesse em http://www.enisa.europa.eu/rmra/files/D1_Inventory_of_Methods_Risk_Management_Final.pdf
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Aureo Monteiro Tavares da Silva
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O objetivo é claro: educar e conscientizar os usuários sobre segurança na internet. Assim, a comunidade virtual incluiu uma nova data no calendário: 30 de novembro é o Dia Internacional da Segurança em Informática (DISI). Para comemorar a data, a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) realizará, no próprio dia 30, um ciclo de palestras sobre segurança. É a primeira vez que se comemora este evento no Brasil. Internacionalmente, o DISI é comemorado desde 1998.
Jacomo Piccolini, analista do Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança da RNP (CAIS), acredita que há o que comemorar, mas ainda é preciso difundir a cultura de prevenção. A Microsoft corrigiu falhas e tornou o Windows, sistema operacional utilizado pela maioria dos internautas, mais seguro com o anti-spyware (detector de softwares espiões) e com o firewall embutido. Só que os vírus têm se modificado de maneira tão veloz e tão eficiente que os programas antivírus não os estão mais detectando direito, analisa. Para Piccolini, a eficácia dos antivírus é cada vez menor porque os criminosos estão adotando novas táticas. Por isso, para os profissionais de TI, tornou-se extremamente importante disseminar dicas de segurança e acompanhar os principais incidentes que envolvam usuários da rede.
Bastante discutida no último Seminário de Capacitação e Inovação, realizado pela RNP, a nova técnica de engenharia social utilizada pelos criminosos assusta os especialistas. Com muita persuasão, internautas descuidados são convencidos a fornecer números de cartão de crédito, senhas de banco e coisas do gênero. A quantidade de golpes virtuais registrados cresceu 1313%, se comparados os terceiros trimestres de 2004 e 2005.
O DISI tem como objetivo conscientizar a comunidade Internet sobre questões de segurança e lembrar os usuários sobre a importância de proteger suas informações e seus recursos computacionais. A cada ano, um tema é escolhido com o intuito de focar as atividades de conscientização. Em 2005, o tema "Segurança Responsável pretende lembrar a cada indivíduo inserido no setor corporativo o importante papel que ele desempenha na segurança da sua organização e, principalmente, a responsabilidade que ele tem neste processo global.
Pensando nisso, o CAIS, grupo de segurança da RNP, planejou uma série de ações para esclarecer tais questões e melhor preparar os usuários da rede para eventuais situações de risco. Além do ciclo de palestras, que será transmitido via Internet, será disponibilizado material para download no site da RNP, tais como um prospecto com dicas básicas de segurança para o usuário doméstico e conteúdos que possam ser usados por administradores de redes, grupos de segurança e outras pessoas que tenham interesse em promover a cultura da segurança em suas instituições.
A RNP acredita que o evento trará muitos benefícios para a Internet brasileira ao disseminar noções de segurança para a comunidade usuária da rede:
Engana-se quem pensa que o perigo vem apenas dos hackers, as pesquisas de segurança apontam que o elo mais fraco é ainda o ser humano. Não adianta implementar mecanismos de proteção dos sistemas e redes se o usuário ainda coloca senhas fáceis de se adivinhar ou clica inocentemente em arquivos remetidos por correio eletrônico sem antes comprovar se a fonte é confiável. Estes tipos de ações driblam qualquer mecanismo sofisticado de defesa. A responsabilidade é de todos. Cada um precisa fazer a sua parte ressalta a gerente do CAIS, Liliana Velásquez Solha.
Neste sentido, a repetição do evento todos os anos e uma aderência cada vez maior de instituições poderão produzir usuários mais conscientes do que devem e do que não devem fazer para se protegerem dos riscos reais do mundo virtual.
Veja o que a RNP preparou para o Dia Internacional da Segurança da Informação em http://www.rnp.br/eventos/disi2005.html.
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Aureo Monteiro Tavares da Silva
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NOVEMBER 21, 2006 Careful playing that video file: It could be infected. Researchers say video files are becoming the new mode of transportation for malware. There's been a recent increase in proof-of-concept code for embedding malware in Windows Media and RealMedia files, for instance. The first known exploit using such a technique was spotted last week by McAfee; it was a worm aimed at Real Networks' RealPlayer and RealMedia files. Although the so-called W32/Realor.worm is considered a low-risk exploit, it opened the door for similar attacks via video players, security experts say. Video is the new frontier for attackers. "This is one of the top attack vectors you should be concerned about. The potential [damage] is pretty massive," says Mark Zielinski, security engineer for Arbor Networks' Security Engineering and Response Team. The Realor worm basically uses an infected hyperlink in a video file, and to do its dirty work it requires that a user click the poison link. Attackers used to stick malware executables in an email attachment, but those typically get stopped at the email gateway, so attackers have resorted to using known applications as a way to deliver their malicious code. These types of attacks aren't limited to video files. Zielinski says there's been an increasing number of vulnerabilities being published in Word, PowerPoint, and Real Networks' RealPlayer. "This kind of attack exists in any format where an application is willing to render an image." If one of these attacks makes it successfully into the corporate network, it typically sets up a backdoor, so the victimized computer sends a connection back to the attacker, and the hacker doesn't have to initiate the connection, Zielenski says, and it can get by the firewall. It would be a popular method for a targeted attack, he says. At the heart of the problem is the fact that video and audio formats -- as well as "workshare" apps like Word and PowerPoint -- contain multiple, complex features that leave them prone to attack, says Dimitri Alperovitch, principal research scientist with Secure Computing. "Those are files piquing the interest of virus writers... At the beginning of this year, we saw an increase in worms targeting Microsoft Office." "As these applications become more and more bloated with features, this threat will continue to rise," he says, as well as with those video players that automatically load an embedded link in a video file when you open a video file. "Old video files were just sets of frames you could view and create video applications [with]," he says. "Now you can insert all kinds of things into a video file: information about it, external links, etc. That presents more possibilities for exploitation." YouTube is a prime candidate for attack, as well as other multimedia sites. Arbor's Zielinski says all it would take is an attacker downloading a video from YouTube, injecting his exploit, and re-uploading it, and then anyone who viewed it would get infected. "If there were 20,000 people viewing a popular video, they would get [infected]." How do you protect yourself from a video attack? Aside from running the usual antivirus and host-based IPS tools, you should trust no outside sources. "Be careful which documents you open," says Secure Computing's Alperovitch. "Nowadays, you can't trust any sort of data file you get from someone you don't know." — Kelly Jackson Higgins, Senior Editor, Dark Reading
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